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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Escolas usam robótica para incentivar ensino de ciência


Cerca de 13 mil crianças de 6, 7 e 11 anos começam a ter aulas de iniciação à mecatrônica na rede de ensino fundamental das escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) em São Paulo. A iniciativa pretende incorporar a prática da ciência e da tecnologia ao cotidiano dos estudantes. Segue uma tendência que vem sendo registrada em outros colégios como forma de despertar o interesse dos alunos pelas ciências. Em 2006, o Brasil ficou na 52ª posição entre 57 países na maior avaliação internacional de educação, o Pisa, que testa os conhecimentos de ciências de jovens de 15 anos.
Para Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e idealizador do projeto, o objetivo é fomentar o espírito científico já nos primeiros anos escolares e, depois, fortalecê-lo com a vivência tecnológica nos cursos de capacitação profissional. ?Mais do que ensinar ciência, é preciso ensinar a fazer ciência?, diz. Os alunos do ensino fundamental da rede utilizarão kits didáticos para desenvolver projetos na área de robótica. O Sesi-SP está investindo R$ 1,2 milhão para comprar o material e capacitar os docentes.
No Colégio Pré-Médico, em São Paulo, a robótica é oferecida como disciplina extracurricular para os alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental. Atualmente, as crianças estão trabalhando em uma réplica da sonda Phoenix, construída pela Nasa e que foi enviada a Marte no ano passado. No Colégio Bandeirantes, também na capital paulista, os alunos do ensino médio podem desenvolver atividades extra-curriculares ligadas à mecatrônica.
Na rede pública, também há iniciativas semelhantes. Na Escola Estadual Waldemar Salgado, única escola de ensino médio de Santa Branca, no Vale do Paraíba (SP), um grupo de estudantes dedicou-se a um projeto de robótica que rendeu a vitória na etapa brasileira da First Robotic Competition e uma viagem para Atlanta, nos EUA, para participar da etapa internacional.

Robôs lutam sumô e disputam corridas no RobotChallenge


Viena, 28 mar (EFE).- Lutas de sumô, provas de velocidade e corridas de obstáculos são alguns dos desafios que 270 robôs de 16 países tiveram de enfrentar nos últimos três dias no RobotChallenge, uma espécie de 'Olimpíadas' de autômatos.
Velocidade, reflexos e a 'inteligência' dos robôs são testados nas várias provas do evento  - EFE
A competição, realizada durante o fim de semana em Viena, representa um dos principais eventos do mundo no que se refere a demonstrações da capacidade de robôs.
O objetivo do encontro, que terminou nesta segunda-feira com uma série de seminários, era criar um ambiente para o aprendizado criativo sobre as novas tecnologias e a ciência em geral, por meio da experimentação prática.
A intenção era atrair o interesse do público em geral para setores científicos relacionados à robótica, como mecânica, eletrônica e inteligência artificial.
Para isso, os organizadores do desafio europeu criaram seis tipos de competição, que testam a velocidade, os reflexos e até a 'inteligência' das máquinas.
Os autômatos disputaram lutas de sumô - nas quais só 'sobrevive' aquele que conseguir se manter no ringue -, procuraram e seguraram objetos de acordo com a cor, e fizeram corridas com obstáculos em uma linha curva.
Também teve uma prova de 'estilo livre', na qual as máquinas, construídas à mão, puderam mostrar suas habilidades sem nenhum tipo de restrição.
Os criadores são em sua maioria estudantes de países europeus.
O RobotChallenge é realizado em Viena desde 2004, organizado pela Sociedade Austríaca de Ciências da Computação Inovadoras (Innoc) em cooperação com o Ministério de Ciência da Áustria.
O grande vencedor da edição deste ano foi a Polônia, que acumulou seis medalhas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze. 

Cientistas exibem robôs que 'imitam' seres vivos


Pesquisadores especializados no desenvolvimento de robôs estão criando novos produtos capazes de reproduzir movimentos de seres vivos.
Os novos andróides muitas vezes surgem por companhias que não estão tradicionalmente associadas à produção de robôs voltados para o mercado doméstico.
A companhia I Robots, fundada por três ex-alunos de ciência da computação do MIT, desenvolve normalmente andróides para o Exército americano.
Baseada na mesma tecnologia usada para criar robôs capazes de desmantelar bombas, a empresa acaba de criar um ''aspirador de pó inteligente'' que é capaz de desviar de pernas de mesa e outros obstáculos.
Os criadores de robôs estão também se inspirando nos movimentos e atributos de animais para desenvolver novos produtos, como um andróide que conta com ''quatro patas'' resistentes que o impedem de deslizar no gelo ou outro que possui sensores similares aos do bigode de um gato.

Primeiro centro de robótica do país vai funcionar na USP São Carlos

Rio de Janeiro - A Universidade de São Paulo em São Carlos (USP São Carlos) vai abrigar o primeiro centro de robótica do país. A expectativa é que a primeira parte do projeto fique pronta em 2013, disse nesta terça-feira, 12, à Agência Brasil o coordenador do centro, professor Marco Henrique Terra. Ele espera a aprovação de R$ 2,2 milhões até agosto próximo, para poder iniciar as obras civis entre janeiro e fevereiro de 2012. "Para que, em 2013, já tenhamos boa parte [do centro] executada". 

Terra destacou que, pela primeira vez, a USP destinou uma verba para pesquisas "que nenhuma outra universidade tinha alocado antes. Foram R$ 70 milhões [aprovados para o Programa de Apoio à Pesquisa, selecionados a partir de 120 projetos". Ao todo, 43 propostas contemplarão núcleos de apoio à pesquisa da USP São Carlos. 
"A partir de verba orçamentária da USP, nós conseguimos aprovação para construir o centro de robótica, cujo objetivo é desenvolver projetos voltados para a indústria". O centro vai abrigar várias áreas de pesquisa, entre as quais software livre(programas de computador); estatística; matemática aplicada, direcionadas para o desenvolvimento de projetos para a indústria. 
O centro reunirá profissionais e estudantes de dois departamentos da USP São Carlos: a Escola de Engenharia de São Carlos (Eesc) e o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). 
Serão agregadas atividades de pesquisa em robótica de cinco ou seis laboratórios da universidade. A ideia, disse Marco Terra, é transformar o centro em uma unidade similar aos institutos especializados, existentes nos Estados Unidos, Europa e Japão. 
A USP São Carlos já vem desenvolvendo pesquisas sobre robotização de automóveis; robótica aérea para monitoramento de áreas agrícolas; além de robótica aérea para monitoramento de linhas de transmissão. A montadora Fiat, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a distribuidora de energia Ampla são alguns parceiros nas pesquisas. 
Marco Terra disse ainda que os estudos para desenvolvimento de helicópteros autônomos a fim de monitorar linhas de transmissão são apoiados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e feitos em parceria com a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ). 
O projeto completo do Centro de Robótica da USP São Carlos tem previsão de conclusão em 2014. 




Robótica


Robótica é um ramo da informática que engloba computadores, robôs e computação, que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por  circuitos eléctricos. As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas ao mesmo tempo são uma imitação da vida, não passam de fios unidos e mecanismos, isso tudo junto concebe um robô. Cada vez mais as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas. Em breve, tudo poderá ser controlado por robôs. Os robôs são apenas máquinas: não sonham nem sentem e muito menos ficam cansados. Esta tecnologia, hoje adaptada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido de um modo geral, êxito em questões levantadas sobre a redução de custos, aumento de produtividade e os vários problemas trabalhistas com funcionários.
O termo Robô foi pela primeira vez usado pelo Checo Karel Capek (1890-1938) numa Peça de Teatro - R.U.R. (Rossum's Universal Robots) - estreada em Janeiro de 1921 (Praga). O termo Robótica foi popularizado pelo escritor de Ficção Cientifica Isaac Asimov, na sua ficção "I, Robot" (Eu, Robô), de 1950. Neste mesmo livro, Asimov criou leis, que segundo ele, regeriam os robôs no futuro: Leis da robótica:

  1. Um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por omissão, permitir que algum mal lhe aconteça.
  2. Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando estas contrariarem a Primeira lei.
  3. Um robô deve proteger a sua integridade física, desde que,com isto, não contrarie a Primeira e a Segunda leis.

A ideia de se construir robôs começou a tomar força no início do século XX com a necessidade de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos. É nesta época que o robô industrial encontrou suas primeiras aplicações, o pai da robótica industrial foi George Devol. Devido aos inúmeros recursos que os sistemas de microcomputadores nos oferece, a robótica atravessa uma época de contínuo crescimento que permitirá, em um curto espaço de tempo, o desenvolvimento de robôs inteligentes fazendo assim a ficção do homem antigo se tornar a realidade do homem actual.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rob%C3%B3tica

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mulher paralisada completa um terço de maratona com "calça robótica"

Mulher paralisada completa um terço de maratona com "calça robótica"

Uma ex-amazona que perdeu o movimento das pernas após um acidente com um cavalo, ela completou o primeiro terço da Maratona de Londres após caminhar por uma semana com a ajuda de "calças robóticas".
Claire Lomas, 32 anos, começou a testar o equipamento especial, chamado ReWalk, há apenas quatro meses, e até algumas semanas atrás conseguia dar apenas 30 passos de cada vez.
O equipamento utilizado por Lomas, custou 43 mil libras (cerca de R$ 132 mil).
Ela afirma, porém, que o uso de seu equipamento não é simples "Não sentir meu corpo torna tudo mais difícil. Não sei o que meus pés estão fazendo", disse ela à BBC.
Lomas depende de sensores de movimento para ajudá-la a movimentar e levantar as pernas. Segundo ela, uma das partes mais difíceis foi reaprender a se apoiar novamente sobre os dois pés. "No começo tinha que redescobrir meu balanço", diz.
Ela está aproveitando sua participação na Maratona de Londres para pedir doações para a organização de pesquisas sobre paralisia Spinal Research. Até a tarde deste domingo, ela já havia arrecadado 42,3 mil libras (R$ 130 mil).
"Há muita gente que está em uma situação pior do que a minha e não tem o apoio que eu tive, então quero arrecadar o máximo de doações possível para ajudá-las", disse.



Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI5745770-EI1137,00-Mulher+paralisada+completa+um+terco+de+maratona+com+calca+robotica.html