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domingo, 8 de julho de 2012

Revisão 2 Do Relatório do Robô

Questão 5

"Tensão elétrica ou diferencial de potencial (ddp) é a diferença de potencial entre dois pontos. A tensão elétrica também pode ser explicada como a quantidade de energia gerada para movimentar uma carga elétrica."

http://www.infoescola.com/fisica/tensao-eletrica/

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O teste do 8

http://www.youtube.com/watch?v=cq99qhgKdbc&feature=plcp

Aqui está o link do robô fazendo o teste do 8, infelizmente foi preciso alguns empurrõezinhos para ele conseguir completar a prova, pretendemos nos aperfeiçoar nisto ainda, e iremos postando as nossas evoluções aqui no blog.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Revisão do Relatório do Robô Gladiador


 1 - Descreva a construção do Robô Gladiador

Primeiro passo: Cortamos dois pedaços de papelão, no tamanho indicado no tutorial do Bettoni.

Segundo passo: Montamos o Chassi. Que consiste em colar os papelões, pegue dois pedaços de papelão e cole-os metade com metade deixando metade de cada solto, depois cole a rodinha giratória, em baixo do carrinho na parte da frente que é as partes aonde os papelões estão colados. 

Terceiro passo: Fazer as ligações, indicadas no desenho abaixo. 


Quarto passo: Após fazer as ligações, solde-as. 

Quinto passo: Monte do controle, para fazer isso pode-se usar caixinha de óculos, corte dois buracos para as chavinhas e coloque as partes das ligações do lado de dentro. Deixando os "pinos"para o lado de fora, para você poder controlar o robô por ali. 

Sexto passo: Prenda os motores e eixos no chassi do robô. Para isso posicione o eixo no robô em sua parte traseira, na mesma distância e cole-a no chassi. Depois posicione os motores de modo que haja um "toque" do eixo do motor com o CD, apos realizado isto cole com cola quente.


Sétimo passo: Use o elástico para poder gerar o atrito necessário. Para gerar esse feito, prenda as duas partes do papelão soltas com ele.

2 - Faça uma tabela de problemas e soluções na construção do robô.

Problemas                                           Soluções
O carrinho esta derrapando                  Colocamos em volta do CD durex

3 - O seu robô é capaz de realizar o teste do 8? Em quanto tempo?
Demorou aproximadamente cinco minutos. Iremos postar o vídeo aqui amanhã sem falta.

4 - Cite 5 conceitos físicos relacionados ao robô gladiador e descreva onde se aplica o conceito no seu robô.

Potência: Ocorre no motor.
Atrito: Entre a roda do carrinho e o chão.
Aceleração: Quando o robô começa a andar.
Magnetismo: Em volta dos fios.
Corrente elétrica: Entre a chave a bateria e o motor (fios).

5 – Explique cada grandeza (abaixo) associada a seu robô e se for o caso estime seu valor.

Potência: Grandeza que determina a quantidade de energia concedida por uma fonte a cada unidade de tempo.

Atrito: Forças que são contrárias ao movimento. Os dois tipos de atrito são:
Estático: Quando a força atua no corpo, mas o corpo permanece inerte.
Cinético: Quando as forças atuantes no corpo o retiram da inércia.

Aceleração: Índice de alteração e variação da velocidade em relação ao tempo, geralmente em segundos, pois sua unidade no SI é m/s².

Magnetismo: Ações das correntes elétricas em relação a cargas elétricas que estão em movimento.

Corrente elétrica: movimento de cargas entres dois polos (positivo e negativo), que possuem diferença de potencial.


6 - Qual a função de cada elemento do grupo no projeto do robô gladiador?
Monize Gabriella – Cortou papelão e ajudou a fazer as ligações dos fios.
Mariana Silva – Auxiliou nas ligações dos fios.
Aruna Fernanda – Montagem do Chassi.
Lucas Alvarenga – Soldagem.
Claudio Granato – Soldagem.
Ariany Xagorais – Montagem do Chassi.
Danyelle Gadioli e Brenda Jacobino – Relatório.
E tivemos ajuda de Andre Souza, que nos auxiliou nos explicando em como montar e fazer as ligações.

7 - Qual o nome do seu robô e por que ele possui esse nome? (Lembre-se que o nome deverá estar escrito no robô)
Sputnik. O Sputnik foi o primeiro satélite artificial da Terra. Foi lançado pela União Soviética em 4 de outubro de 1957 na Unidade de teste de foguetes da União Soviética atualmente conhecido como Cosmódromo de Baikonur.

8 - Descreva o gasto que o grupo teve de forma detalhada.
33,00 reais. Kit comprado do Andre.

9 - Se você tivesse que fazer uma propaganda de seu robô, como você faria isso com apenas uma frase. (Utilize conceitos físicos para isso).
Sputnik o robô que luta e corre na velocidade da luz.


10 - Conclusão do Projeto.
Neste projeto aprendemos mais conceitos de física e a construir um robô gladiador de forma eficiente. Pudemos ver a física de uma forma diferente, e mais divertida. Aprendemos também uma forma melhor em trabalhar em grupo, mesmo com todas as dificuldades que tivemos. Esperamos que em novos projetos, nós nos superemos ainda mais. Estamos esperançosos de que iremos bem na competição, vamos aperfeiçoar o nosso robô durante as férias deixando-o ainda mais capacitado para a competição.

Fontes de consulta
Questão 4

Questão 5

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Relatório do Robô Gladiador

1 - Descreva a construção do Robô Gladiador
Primeiro passo: Cortamos o papelão.
Segundo passo: Montamar o Chassi.
Terceiro passo: Pegar as chaves e fazer as ligações, indicadas no desenho abaixo.

Quarto passo: Após fazer as ligações, solde-as.
Quinto passo: Monte do controle.
Sexto passo: Prenda os motores e eixos no chassi do robô.

2 - Faça uma tabela de problemas e soluções na construção do robô.

Problemas                                           Soluções
O carrinho esta derrapando                  Colocamos em volta do CD durex

3 - O seu robô é capaz de realizar o teste do 8? Em quanto tempo?
Ainda não fizemos o teste, provavelmente será feito amanhã iremos fazer um vídeo e posta-lo no youtube colocando o link aqui.


4 - Cite 5 conceitos físicos relacionados ao robô gladiador e descreva onde se aplica o conceito no seu robô.

Potência: Ocorre no motor.
Atrito: Entre a roda do carrinho e o chão.
Aceleração: Quando o robô começa a andar.
Magnetismo: Em volta dos fios.
Corrente elétrica: Entre a chave a bateria e o motor (fios).

5 – Explique cada grandeza (abaixo) associada a seu robô e se for o caso estime seu valor.


Atrito: Forças que são contrárias ao movimento. Os dois tipo de atrito são:
Estático: Quando a força atua no corpo mas o corpo permanece inerte.
Cinético: Quando as forças atuantes no corpo o retiram da inércia.

Corrente elétrica: movimento de cargas entres dois pólos (positivo e negativo), que possuem diferença de potencial.

Aceleração: Indice de alteração e variação da velocidade em relação ao tempo, geralmente em segundos, pois sua unidade no SI é m/s².

Potência: Grandeza que determina a quantidade de energia concedida por uma fonte a cada unidade de tempo.

Magnetismo: Ações das correntes elétricas em relação a cargas elétricas que estão em movimento.

6 - Qual a função de cada elemento do grupo no projeto do robô gladiador?
Monize Gabriella – Cortou papelão e ajudou a fazer as ligações dos fios.
Mariana Silva – Auxiliou nas ligações dos fios.
Aruna Fernanda – Montagem do Chassi.
Lucas Alvarenga – Soldagem.
Claudio Granato – Soldagem.
Ariany Xagorais – Montagem do Chassi.
Danyelle Gadioli e Brenda Jacobino – Relatório.
E tivemos ajuda de Andre Souza, que nos auxiliou nos explicando em como montar e fazer as ligações.

7 - Qual o nome do seu robô e por que ele possui esse nome? (Lembre-se que o nome deverá estar escrito no robô)
Sputnik. O Sputnik foi o primeiro satélite artificial da Terra. Foi lançado pela União Soviética em 4 de outubro de 1957 na Unidade de teste de foguetes da União Soviética atualmente conhecido como Cosmódromo de Baikonur.

8 - Descreva o gasto que o grupo teve de forma detalhada.
33,00 reais. Kit comprado do Andre.

9 - Se você tivesse que fazer uma propaganda de seu robô, como você faria isso com apenas uma frase. (Utilize conceitos físicos para isso).
Sputnik o robô que luta e corre na velocidade da luz.


10 - Conclusão do Projeto.
Aprendemos mais conceitos de física e a construir um robô gladiador. Pudemos ver a física de uma forma diferente, e mais divertida. Estamos esperançosos de que iremos bem na competição.

Fontes de consulta


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Escolas usam robótica para incentivar ensino de ciência


Cerca de 13 mil crianças de 6, 7 e 11 anos começam a ter aulas de iniciação à mecatrônica na rede de ensino fundamental das escolas do Serviço Social da Indústria (Sesi) em São Paulo. A iniciativa pretende incorporar a prática da ciência e da tecnologia ao cotidiano dos estudantes. Segue uma tendência que vem sendo registrada em outros colégios como forma de despertar o interesse dos alunos pelas ciências. Em 2006, o Brasil ficou na 52ª posição entre 57 países na maior avaliação internacional de educação, o Pisa, que testa os conhecimentos de ciências de jovens de 15 anos.
Para Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e idealizador do projeto, o objetivo é fomentar o espírito científico já nos primeiros anos escolares e, depois, fortalecê-lo com a vivência tecnológica nos cursos de capacitação profissional. ?Mais do que ensinar ciência, é preciso ensinar a fazer ciência?, diz. Os alunos do ensino fundamental da rede utilizarão kits didáticos para desenvolver projetos na área de robótica. O Sesi-SP está investindo R$ 1,2 milhão para comprar o material e capacitar os docentes.
No Colégio Pré-Médico, em São Paulo, a robótica é oferecida como disciplina extracurricular para os alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental. Atualmente, as crianças estão trabalhando em uma réplica da sonda Phoenix, construída pela Nasa e que foi enviada a Marte no ano passado. No Colégio Bandeirantes, também na capital paulista, os alunos do ensino médio podem desenvolver atividades extra-curriculares ligadas à mecatrônica.
Na rede pública, também há iniciativas semelhantes. Na Escola Estadual Waldemar Salgado, única escola de ensino médio de Santa Branca, no Vale do Paraíba (SP), um grupo de estudantes dedicou-se a um projeto de robótica que rendeu a vitória na etapa brasileira da First Robotic Competition e uma viagem para Atlanta, nos EUA, para participar da etapa internacional.

Robôs lutam sumô e disputam corridas no RobotChallenge


Viena, 28 mar (EFE).- Lutas de sumô, provas de velocidade e corridas de obstáculos são alguns dos desafios que 270 robôs de 16 países tiveram de enfrentar nos últimos três dias no RobotChallenge, uma espécie de 'Olimpíadas' de autômatos.
Velocidade, reflexos e a 'inteligência' dos robôs são testados nas várias provas do evento  - EFE
A competição, realizada durante o fim de semana em Viena, representa um dos principais eventos do mundo no que se refere a demonstrações da capacidade de robôs.
O objetivo do encontro, que terminou nesta segunda-feira com uma série de seminários, era criar um ambiente para o aprendizado criativo sobre as novas tecnologias e a ciência em geral, por meio da experimentação prática.
A intenção era atrair o interesse do público em geral para setores científicos relacionados à robótica, como mecânica, eletrônica e inteligência artificial.
Para isso, os organizadores do desafio europeu criaram seis tipos de competição, que testam a velocidade, os reflexos e até a 'inteligência' das máquinas.
Os autômatos disputaram lutas de sumô - nas quais só 'sobrevive' aquele que conseguir se manter no ringue -, procuraram e seguraram objetos de acordo com a cor, e fizeram corridas com obstáculos em uma linha curva.
Também teve uma prova de 'estilo livre', na qual as máquinas, construídas à mão, puderam mostrar suas habilidades sem nenhum tipo de restrição.
Os criadores são em sua maioria estudantes de países europeus.
O RobotChallenge é realizado em Viena desde 2004, organizado pela Sociedade Austríaca de Ciências da Computação Inovadoras (Innoc) em cooperação com o Ministério de Ciência da Áustria.
O grande vencedor da edição deste ano foi a Polônia, que acumulou seis medalhas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze. 

Cientistas exibem robôs que 'imitam' seres vivos


Pesquisadores especializados no desenvolvimento de robôs estão criando novos produtos capazes de reproduzir movimentos de seres vivos.
Os novos andróides muitas vezes surgem por companhias que não estão tradicionalmente associadas à produção de robôs voltados para o mercado doméstico.
A companhia I Robots, fundada por três ex-alunos de ciência da computação do MIT, desenvolve normalmente andróides para o Exército americano.
Baseada na mesma tecnologia usada para criar robôs capazes de desmantelar bombas, a empresa acaba de criar um ''aspirador de pó inteligente'' que é capaz de desviar de pernas de mesa e outros obstáculos.
Os criadores de robôs estão também se inspirando nos movimentos e atributos de animais para desenvolver novos produtos, como um andróide que conta com ''quatro patas'' resistentes que o impedem de deslizar no gelo ou outro que possui sensores similares aos do bigode de um gato.

Primeiro centro de robótica do país vai funcionar na USP São Carlos

Rio de Janeiro - A Universidade de São Paulo em São Carlos (USP São Carlos) vai abrigar o primeiro centro de robótica do país. A expectativa é que a primeira parte do projeto fique pronta em 2013, disse nesta terça-feira, 12, à Agência Brasil o coordenador do centro, professor Marco Henrique Terra. Ele espera a aprovação de R$ 2,2 milhões até agosto próximo, para poder iniciar as obras civis entre janeiro e fevereiro de 2012. "Para que, em 2013, já tenhamos boa parte [do centro] executada". 

Terra destacou que, pela primeira vez, a USP destinou uma verba para pesquisas "que nenhuma outra universidade tinha alocado antes. Foram R$ 70 milhões [aprovados para o Programa de Apoio à Pesquisa, selecionados a partir de 120 projetos". Ao todo, 43 propostas contemplarão núcleos de apoio à pesquisa da USP São Carlos. 
"A partir de verba orçamentária da USP, nós conseguimos aprovação para construir o centro de robótica, cujo objetivo é desenvolver projetos voltados para a indústria". O centro vai abrigar várias áreas de pesquisa, entre as quais software livre(programas de computador); estatística; matemática aplicada, direcionadas para o desenvolvimento de projetos para a indústria. 
O centro reunirá profissionais e estudantes de dois departamentos da USP São Carlos: a Escola de Engenharia de São Carlos (Eesc) e o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). 
Serão agregadas atividades de pesquisa em robótica de cinco ou seis laboratórios da universidade. A ideia, disse Marco Terra, é transformar o centro em uma unidade similar aos institutos especializados, existentes nos Estados Unidos, Europa e Japão. 
A USP São Carlos já vem desenvolvendo pesquisas sobre robotização de automóveis; robótica aérea para monitoramento de áreas agrícolas; além de robótica aérea para monitoramento de linhas de transmissão. A montadora Fiat, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a distribuidora de energia Ampla são alguns parceiros nas pesquisas. 
Marco Terra disse ainda que os estudos para desenvolvimento de helicópteros autônomos a fim de monitorar linhas de transmissão são apoiados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e feitos em parceria com a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ). 
O projeto completo do Centro de Robótica da USP São Carlos tem previsão de conclusão em 2014. 




Robótica


Robótica é um ramo da informática que engloba computadores, robôs e computação, que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por  circuitos eléctricos. As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas ao mesmo tempo são uma imitação da vida, não passam de fios unidos e mecanismos, isso tudo junto concebe um robô. Cada vez mais as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas. Em breve, tudo poderá ser controlado por robôs. Os robôs são apenas máquinas: não sonham nem sentem e muito menos ficam cansados. Esta tecnologia, hoje adaptada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido de um modo geral, êxito em questões levantadas sobre a redução de custos, aumento de produtividade e os vários problemas trabalhistas com funcionários.
O termo Robô foi pela primeira vez usado pelo Checo Karel Capek (1890-1938) numa Peça de Teatro - R.U.R. (Rossum's Universal Robots) - estreada em Janeiro de 1921 (Praga). O termo Robótica foi popularizado pelo escritor de Ficção Cientifica Isaac Asimov, na sua ficção "I, Robot" (Eu, Robô), de 1950. Neste mesmo livro, Asimov criou leis, que segundo ele, regeriam os robôs no futuro: Leis da robótica:

  1. Um robô não pode fazer mal a um ser humano e nem, por omissão, permitir que algum mal lhe aconteça.
  2. Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando estas contrariarem a Primeira lei.
  3. Um robô deve proteger a sua integridade física, desde que,com isto, não contrarie a Primeira e a Segunda leis.

A ideia de se construir robôs começou a tomar força no início do século XX com a necessidade de aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos. É nesta época que o robô industrial encontrou suas primeiras aplicações, o pai da robótica industrial foi George Devol. Devido aos inúmeros recursos que os sistemas de microcomputadores nos oferece, a robótica atravessa uma época de contínuo crescimento que permitirá, em um curto espaço de tempo, o desenvolvimento de robôs inteligentes fazendo assim a ficção do homem antigo se tornar a realidade do homem actual.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rob%C3%B3tica

Funções dos Integrantes

Parte Elétrica: Monize Gabriella e Mariana Silva

Parte Mecânica: Lucas Alvarenga e Claudio Granato 

Relatório: Danyelle Gadioli e Brenda Jacobino

Atualizações do blog: Ariany Xagorais e Aruna Fernanda 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mulher paralisada completa um terço de maratona com "calça robótica"

Mulher paralisada completa um terço de maratona com "calça robótica"

Uma ex-amazona que perdeu o movimento das pernas após um acidente com um cavalo, ela completou o primeiro terço da Maratona de Londres após caminhar por uma semana com a ajuda de "calças robóticas".
Claire Lomas, 32 anos, começou a testar o equipamento especial, chamado ReWalk, há apenas quatro meses, e até algumas semanas atrás conseguia dar apenas 30 passos de cada vez.
O equipamento utilizado por Lomas, custou 43 mil libras (cerca de R$ 132 mil).
Ela afirma, porém, que o uso de seu equipamento não é simples "Não sentir meu corpo torna tudo mais difícil. Não sei o que meus pés estão fazendo", disse ela à BBC.
Lomas depende de sensores de movimento para ajudá-la a movimentar e levantar as pernas. Segundo ela, uma das partes mais difíceis foi reaprender a se apoiar novamente sobre os dois pés. "No começo tinha que redescobrir meu balanço", diz.
Ela está aproveitando sua participação na Maratona de Londres para pedir doações para a organização de pesquisas sobre paralisia Spinal Research. Até a tarde deste domingo, ela já havia arrecadado 42,3 mil libras (R$ 130 mil).
"Há muita gente que está em uma situação pior do que a minha e não tem o apoio que eu tive, então quero arrecadar o máximo de doações possível para ajudá-las", disse.



Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI5745770-EI1137,00-Mulher+paralisada+completa+um+terco+de+maratona+com+calca+robotica.html